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15 negócios em alta para você já pensar em 2018

1. Alimentação alternativa

As condições de intolerância ao glúten e à lactose não surgiram agora, mas enfim o mercado percebeu que há uma fatia considerável a atender.

Em 2015, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) já destacava como promissores negócios voltados a produtos livres de glúten e de lactose. Para 2018, o amadurecimento do setor deve multiplicar os resultados.

E nunca é demais lembrar que, especialmente sobre a ausência de glúten, há outro segmento bastante interessado, apesar de não haver restrição alimentar: estamos falando do mercado fitness.

2. Biojoias

Marcas de beleza próprias da nossa terra. É a partir desse conceito que o mercado de biojoias cresce e surge como opção interessante para quem deseja ter a sua primeira empresa.

Biojoias são artigos do tipo bijuteria cuja confecção utiliza itens sustentáveiscomo matéria-prima. Podem ser pedras, folhas e sementes, por exemplo.

Além de ser um produto diferenciado, as maiores chances de sucesso estão em espaços voltados ao turismo e em cidades com forte apelo para receber visitantes.

3. Brechós

Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com tempos de crise, como agora.

Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para avenda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos.

4. Consertos e reformas

Esse é um setor que repete o entendimento que se aplica aos brechós. Se não há como comprar um artigo novo, melhor e mais barato é consertar ou reformar o antigo. Além da economia, sempre importante no atual cenário, tem ainda oapelo sustentável da ação.

Quem deseja abrir um negócio próprio em 2018 pode olhar com carinho para opções como conserto de eletrodomésticos e reforma de roupas.

5. Cosméticos

Quando falamos em repetição entre os negócios em alta, não poderia faltar o empreendedorismo na área de cosméticos e beleza. Afinal, a crise permanente até pode amenizar a necessidade de as pessoas se sentirem bonitas, mas não consegue esfriar o mercado.

E nunca é demais lembrar que, cada vez mais, os homens têm participado como clientes fiéis. A entrada com tudo do público masculino deu um novo gás ao setor e quem tem direcionado esforços a esse perfil vem faturando bem.

Outro apelo forte na área de cosméticos diz respeito ao uso de produtos naturais, menos agressivos tanto à pele como à própria natureza.

6. Coworking

Há razões diversas para enxergar nos espaços de coworking uma forte tendência para 2018. A primeira delas é o crescente interesse por negócios de economia compartilhada, onde o conceito de dividir é muito forte.

Mas há outro fator que ajuda a impulsionar o segmento: o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa. Como nem sempre o home-office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking se revela uma ótima alternativa.

7. Desenvolvimento de aplicativos

Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Mas há uma inquietação sobre esse mercado: não se sabe até onde ele pode ir, só há certeza de que vai longe.

Os smartphones são cada vez mais uma parte da vida das pessoas, deixando de ser um acessório para se transformar em um item de primeira necessidade. Por isso, aplicativos desenvolvidos com foco em soluções práticas nunca deixam de ter mercado.

Além deles, há uma tendência para soluções com data de validade, porém degrande utilidade, como apps relacionados a grandes eventos.

8. Drones

Há aplicações diversas para esses dispositivos voadores, desde operações industriais até o lazer, sem esquecer do seu uso crescente no agronegócio. Não há como deixar a fabricação de drones de fora dos negócios em alta, pois acredita-se que há um potencial ainda inexplorado quanto ao seu uso comercial.

A grande expectativa para os próximos meses se dá quanto ao comportamento do mercado a partir da regulamentação do uso de drones pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o que ocorreu no início de maio.

9. Infoprodutos

Não é exagero dizer que o mercado de produtos digitais no Brasil ainda engatinha diante de tantas possibilidades abertas pela internet. No entanto, hoje já há exemplos de muita gente que literalmente faturou milhões começando do zero.

Isso não significa a garantia de lucro fácil, mas de que há demanda para a oferta. Infoprodutos podem envolver todo o tipo de solução digital, como livros, aulas e palestras. E o melhor de tudo é que dá para começar tendo apenas um computador como estrutura.

Negócios em alta entre pequenas empresas

10. Leitura biométrica

Muita gente relaciona a leitura biométrica a situações nas quais a impressão digital é verificada, como ocorre nas eleições. Mas esse é um uso muito pequeno entre todos aqueles que já estão trazendo um pouco do futuro aos dias atuais.

Além das digitais, a tecnologia utiliza também o reconhecimento facial e de retina. Já há no mercado smartphones nos quais o bloqueio e desbloqueio de tela é por meio da leitura biométrica, por exemplo.

Mas seus usos vão muito além, desde a identificação de funcionários autorizados para entrada em áreas restritas até a coleta da digital de clientes em caixas eletrônicos.

11. Microcervejarias

Quem vê o sucesso das cervejas artesanais nos últimos anos pode imaginar que o setor chegou no seu limite. Mas é fácil de explicar e de entender a sua inclusão nesta relação de negócios em alta.

Quando as primeira bebidas com essas características começaram a ganhar o mercado, não se imaginava ainda que tantos aromas e sabores diferentes estariam disponíveis ao público. E quem disse que as novidades acabaram?

Um ponto positivo para abrir esse tipo de empresa foi a sua recente inclusão entre aquelas que podem optar pelo Simples Nacional como regime de recolhimento de impostos.

12. Impressões 3D

Como tudo que é novo, o mercado de impressões 3D é um tanto desafiador, mas quem conseguir dominá-lo tende a empreender em um negócio altamente lucrativo. As principais empresas do setor são startups de fora do Brasil.

Embora esse seja um indicativo de limitação da tecnologia por aqui, que tal ver de outra forma? Tem muito mercado a explorar, oferecendo soluções inovadoras e ainda inéditas.

13. Pets

“Quanto mais conheço os homens, mais amo os animais.” Você tem lido bastante essa frase nas suas redes sociais? Não é por acaso, afinal, o apreço pelos bichinhos levou esse mercado a faturar R$ 18,9 bilhões no ano passado, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Não se trata de um ramo novo, mas é claramente um dos negócios em alta. Juntas, as empresas do setor elevaram seus ganhos em 2016 em 4,9%, mesmo com os impactos da crise. E para quem deseja empreender, tem todo o tipo deproduto ou serviço à sua escolha.

14. Produtos orgânicos

Seja através da mídia ou das próprias redes sociais, o incentivo à alimentação saudável é uma crescente no país. Tanto é assim que o setor ainda mantém grande parcela de seu faturamento no comércio exterior, mas passou a investir bastante no mercado interno.

Para quem deseja abrir uma pequena empresa, vale apostar em lojas especializadas. Consumir itens saudáveis encontrados perto de casa é o que motiva as pessoas a comprar.

15. Realidade virtual

Vai dizer que você não tem recebido cada vez mais vídeos no seu smartphone de situações engraçadas envolvendo o uso de óculos de realidade virtual? Deixando a parte do humor de lado, há algo muito sério nesse mercado, que é a expansão da produção de conteúdo para os dispositivos.

Há grande expectativa quanto ao lançamento de novidades, com o futuro sendo dominado por esse tipo de tecnologia. Se o alto custo de pesquisa e desenvolvimento é um entrave, por outro lado, a ampliação das possibilidades de uso, como em eventos e treinamentos, é um incentivo.

Negócios em alta entre pequenas empresas


FONTE:

https://blog.contaazul.com/negocios-em-alta-2018?CAAB081220170950

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Como fazer um currículo bem feito

ENTRANDO COM O CURRÍCULO BEM FEITO E O PÉ DIREITO

É ele o responsável pelo sim ou pelo não na primeira etapa de um processo seletivo. Quando bem elaborado, o currículo desperta no recrutador uma pontinha de curiosidade em conhecer e saber um pouco mais sobre o candidato, e quem sabe futuro dono da vaga. Um currículo bem feito é primordial para a conquista do tão sonhado emprego, do sim que vai te levar ao alcance dele.

Além de grande valia no processo de recrutamento e seleção o currículo é também responsável por quebrar cabeças, tanto de candidatos, que por muitas vezes não sabem estruturar ou mesmo colocar em palavras sua carreira e seus projetos futuros, quanto de quem analisa e da o veredito final a primeira fase do processo de seleção.

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Pensando nisso, resolvemos dar aquela força pra quem precisa desse tão importante recurso. Vamos lá?

TÍTULO:

O título do seu currículo é seu próprio NOME COMPLETO. Em negrito, caixa alta e destacado dos demais dados pessoais.

DADOS PESSOAIS:

Os dados necessários para um currículo são aqueles que dizem, além de sua idade e onde você mora, COMO ENTRAR  EM CONTATO COM VOCÊ. Fiquem atentos a funcionalidade do telefone  e ao email fornecido. Se você ainda não tem um email profissional, faça. Em um mercado tão competitivo quanto o nosso emails de caráter pessoal (apelidos) são vistos como desleixo por parte do candidato. Números de documentos, filiação ou qualquer outro dado não são necessários e só poluem o seu passaporte de emprego.

OBJETIVO:

Como o próprio nome já diz, é o seu objetivo enquanto profissional para dar seguimento a sua carreira. FUJA DOS CLICHÊS como: “Contribuir para o crescimento da empresa”, “Quero melhorar meus conhecimentos”, “Posso atuar em qualquer setor que a empresa desejar”, “Busco crescimento pessoal”, etc.

Seja claro e pontual, por exemplo: “Atuar na área de Vendas e lidar diretamente com o público”, “Operar no apoio de serviços administrativos”ou “Trabalhar na área de Engenharia Civil na prática de acompanhamento e vistoria de obras e reformas”.  Descubra o que você quer, assim será bem mais fácil seguir no mundo profissional.

Ah, pra quem está à procura do primeiro emprego, é neste espaço que você deve deixar claro a iniciação profissional. Currículo DEVE ser utilizado de maneira estratégica, ou seja, para cada oportunidade o currículo pode ser alterado de modo que as informações sejam condizentes à vaga em aberto.

FORMAÇÃO ACADÊMICA:

A formação acadêmica é um dos itens BÁSICOS e obrigatórios de seu currículo, por isso não deixe de preencher essa parte, deixá-la em branco pode ser um problema e tanto para conseguir um emprego.

Dessa maneira você preenche seu currículo com a formação principal, ou a formação acadêmica que está cursando atualmente. Lembre-se de colocar a previsão de término ou ano de conclusão.  Cursos considerados complementares, como inglês, Word ou Excel, por exemplo, possuem seu devido espaço. Cada informação deve ficar no seu  devido canto para deixar tudo claro e harmonizado.

EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS:

Muito cuidado com a poluição visual na hora de transcrever sua trajetória profissional para o seu currículo, o detalhamento excessivo é grande causador deste problema. Além de período de trabalho e nome de empresa, destacar algo feito por você dentro da organização e/ou até mesmo tarefas correlacionadas à função que você desempenhava naquele cargo são consideradas relevantes na hora da análise curricular. NÃO são necessárias cartas de recomendações ou CNPJ das empresas.

CURSOS COMPLEMENTARES OU FORMAÇÃO TÉCNICA:

Entre os cursos que entram nessa área, são os cursos de extensão ou curta duração. Inglês, Excel,  técnico administrativo, etc. As atividades complementares que devem entrar são aquelas que tragam RELEVÂNCIA à vaga em questão. Se a vaga é para contador, por exemplo, um curso de Design não será diferencial para a concorrência. Nome do curso, instituição/empresa, data e carga horária são dados suficientes para completar o espaço.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

Esse campo deve ser utilizado para COMPLEMENTAR informações que são importantes para sua carreira, mas que não se encaixam nos outros campos do currículo. Nada de detalhar suas características, como por exemplo: profissional motivado, perfeccionista, entre outras. Estas informações vão ser obtidas em seu momento adequado. você pode incluir nesse espaço trabalhos voluntários, premiações, intercâmbios e até mesmo informações específicas da sua área.

Estas são algumas dicas na hora de personalizar seu cartão de visitas para o emprego. Lembrando sempre que acima de qualquer detalhe a VERDADE é indispensável. Mentir em seu currículo além de fazer você pagar mico é considerado crime, podendo levar até uma demissão por justa causa.

Aqui na In9va, possuímos uma ferramenta gratuita de Análise de Currículo:

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E aí? Pronto pra revisar e aperfeiçoar o seu velho e bom amigo, o currículo? Então, mãos à obra!

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Saiba como reconhecer (e lidar com) um funcionário acomodado

Antes de reconhecer um funcionário avaliado como “acomodado”, seria importante compreender que as pessoas têm diferentes motivações

Recentemente, a proprietária de uma loja de roupas se queixou, dizendo que seus funcionários eram acomodados e não se mostravam interessados em assumir cargos de supervisão ou gerência.

Essa é uma questão bem interessante, pois leva à reflexão do que é ser “acomodado”. Antes de reconhecer um funcionário avaliado como “acomodado”, seria importante compreender que as pessoas têm diferentes motivações em relação ao trabalho.

Alguns colaboradores são menos empreendedores que outros, e isso não significa que devam ser rotulados de pessoas “acomodadas”. Já imaginou uma organização em que 100% das pessoas desejem assumir cargos de liderança?

A empresa não teria como atender às expectativas dos seus colaboradores, pois as vagas gerenciais são restritas a um número menor de pessoas, que têm como principal atribuição liderar suas equipes para que atinjam as metas de qualidade e produtividade.

Expliquei para aquela proprietária os estudos realizados pelo psicólogo americano Paul Stoltz, que entrevistou dezenas de milhares de pessoas para descobrir por que algumas pessoas tinham sucesso na vida e outras permaneciam estagnadas.

Como resultado do seu trabalho, Stoltz classificou as pessoas em três grandes grupos: os desistentes, os campistas e os alpinistas.

Desistentes: pessoas que detestam assumir risco e, assim, evitam a escalada na carreira profissional.

Campistas: pessoas que conseguem subir na escalada, mas, em determinada altura, ficam presas à zona de conforto e não sentem mais vontade de crescer profissionalmente.

Alpinistas: são aqueles incansáveis na sua escalada, os que não desistem nunca, os que estão sempre em busca de desafios e lutam para chegar ao topo.

É obvio que uma empresa não pode ter muitas pessoas “desistentes”. Mas elas existem e são necessárias para trabalhos extremamente rotineiros e repetitivos.

Da mesma forma, uma boa parcela de colaboradores se dará por satisfeita em permanecer em seu cargo atual (os campistas). Essas pessoas também são importantes, pois podem contribuir muito com sua experiência, como memória viva da empresa.

Essas pessoas (desistentes e campistas) são importantes, pois darão espaço e abrirão caminhos para aqueles (alpinistas) que buscam ascensão profissional e querem chegar ao comando máximo da empresa.

Ter consciência da existência desses diferentes tipos de pessoas ajudará o proprietário a ajustar seu nível de expectativa em relação a seus colaboradores e, assim, saberá como lidar melhor com eles.

A melhor forma de reconhecê-los é conversando com eles.

Alexandre Rangel é coach, psicólogo e sócio-fundador da Alliance Coaching.

FONTE:

Saiba como reconhecer (e lidar com) um funcionário acomodado

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Os sinais de que o funcionário merece há tempos uma promoção

Um líder que não é proativo em manter as pessoas nos cargos e com os salários adequados vai criar muitos problemas. Depois de algum tempo, o funcionário que se sente injustiçado vai perder a motivação, contaminar o ambiente, tornar-se resignado ou, simplesmente, sair da empresa.

A causa disso é que o gerente não está percebendo os sinais de que o funcionário merece uma promoção, e, em alguns casos, há muito tempo.

A solução começa com o gestor saber definir apropriadamente a estratégia da companhia e, em seguida, refletir e determinar quais comportamentos precisa de seus funcionários para que ela seja bem-sucedida.

É a partir dessa visão que o administrador deve estabelecer, ainda que provisoriamente, a estrutura necessária de cargos e salários para sua empresa.

É essa estrutura que deve ser utilizada como régua, ou seja, como principal elemento para medir quando um profissional deve ser promovido e para qual cargo.

Portanto, um líder proativo visita sua estratégia regularmente e observa cada funcionário e suas entregas. Desse modo, consegue avaliar individualmente e no tempo certo quem está merecendo uma promoção e quem ainda precisa de mais tempo para amadurecer no cargo ou preparar-se para o próximo nível.

Quando um profissional perde, depois de algum tempo, paulatina ou abruptamente, a motivação, começa a cometer erros tolos, ou mesmo a procrastinar seu trabalho. É o momento de o gerente avaliar sua responsabilidade nessa situação: pode ser que o líder perdeu o momento da promoção e acabou abalando o profissional.

Nem tudo está perdido, mas é preferível não deixar isso acontecer. Afinal, tão ruim quanto ter um mau profissional dentro da empresa, é ter fomentado, inadvertidamente, a transformação de um bom profissional em um medíocre.

Não deixe isso acontecer com seus colaboradores. Valorize-os!

Vamos em frente!

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching.

FONTE:

Os sinais de que o funcionário merece há tempos uma promoção

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2º Coaching Papo

Obrigado pela participação de todos, as que estão sempre voltando, continuem, gostaram ? Convidem pessoas que vocês sabem que vão gostar…. Em Julho tem mais!!!

Curtam a nossa página para ficar sabendo sobre o próximo evento.

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1º CoachINg PAPO

O 1º CoachINg PAPO foi um sucesso!

Comandado por Aderbal Roque Junior e Daniel De Almeida Freire o nosso primeiro papo do ano foi muito proveitoso.

O Conferencista Comportamental Paulo Roberto de Lima fez uma palestra sobre o Desenvolvimento Humano e Profissional.

O momento networking foi usado para que os que estiveram lá fizessem contato sobre o que fazem.

Sorteio de CDs e prêmios durante o evento.

O Anderson Dantas foi o ganhador da sessão de Coaching com o Aderbal Roque Junior – Executive Coach / Aderbal Roque Junior – com a foto mais curtida no Checkin no local do evento.

Agradecemos a todos e nos veremos no próximo.

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