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Saiba como reconhecer (e lidar com) um funcionário acomodado

Antes de reconhecer um funcionário avaliado como “acomodado”, seria importante compreender que as pessoas têm diferentes motivações

Recentemente, a proprietária de uma loja de roupas se queixou, dizendo que seus funcionários eram acomodados e não se mostravam interessados em assumir cargos de supervisão ou gerência.

Essa é uma questão bem interessante, pois leva à reflexão do que é ser “acomodado”. Antes de reconhecer um funcionário avaliado como “acomodado”, seria importante compreender que as pessoas têm diferentes motivações em relação ao trabalho.

Alguns colaboradores são menos empreendedores que outros, e isso não significa que devam ser rotulados de pessoas “acomodadas”. Já imaginou uma organização em que 100% das pessoas desejem assumir cargos de liderança?

A empresa não teria como atender às expectativas dos seus colaboradores, pois as vagas gerenciais são restritas a um número menor de pessoas, que têm como principal atribuição liderar suas equipes para que atinjam as metas de qualidade e produtividade.

Expliquei para aquela proprietária os estudos realizados pelo psicólogo americano Paul Stoltz, que entrevistou dezenas de milhares de pessoas para descobrir por que algumas pessoas tinham sucesso na vida e outras permaneciam estagnadas.

Como resultado do seu trabalho, Stoltz classificou as pessoas em três grandes grupos: os desistentes, os campistas e os alpinistas.

Desistentes: pessoas que detestam assumir risco e, assim, evitam a escalada na carreira profissional.

Campistas: pessoas que conseguem subir na escalada, mas, em determinada altura, ficam presas à zona de conforto e não sentem mais vontade de crescer profissionalmente.

Alpinistas: são aqueles incansáveis na sua escalada, os que não desistem nunca, os que estão sempre em busca de desafios e lutam para chegar ao topo.

É obvio que uma empresa não pode ter muitas pessoas “desistentes”. Mas elas existem e são necessárias para trabalhos extremamente rotineiros e repetitivos.

Da mesma forma, uma boa parcela de colaboradores se dará por satisfeita em permanecer em seu cargo atual (os campistas). Essas pessoas também são importantes, pois podem contribuir muito com sua experiência, como memória viva da empresa.

Essas pessoas (desistentes e campistas) são importantes, pois darão espaço e abrirão caminhos para aqueles (alpinistas) que buscam ascensão profissional e querem chegar ao comando máximo da empresa.

Ter consciência da existência desses diferentes tipos de pessoas ajudará o proprietário a ajustar seu nível de expectativa em relação a seus colaboradores e, assim, saberá como lidar melhor com eles.

A melhor forma de reconhecê-los é conversando com eles.

Alexandre Rangel é coach, psicólogo e sócio-fundador da Alliance Coaching.

FONTE:

Saiba como reconhecer (e lidar com) um funcionário acomodado

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Os sinais de que o funcionário merece há tempos uma promoção

Um líder que não é proativo em manter as pessoas nos cargos e com os salários adequados vai criar muitos problemas. Depois de algum tempo, o funcionário que se sente injustiçado vai perder a motivação, contaminar o ambiente, tornar-se resignado ou, simplesmente, sair da empresa.

A causa disso é que o gerente não está percebendo os sinais de que o funcionário merece uma promoção, e, em alguns casos, há muito tempo.

A solução começa com o gestor saber definir apropriadamente a estratégia da companhia e, em seguida, refletir e determinar quais comportamentos precisa de seus funcionários para que ela seja bem-sucedida.

É a partir dessa visão que o administrador deve estabelecer, ainda que provisoriamente, a estrutura necessária de cargos e salários para sua empresa.

É essa estrutura que deve ser utilizada como régua, ou seja, como principal elemento para medir quando um profissional deve ser promovido e para qual cargo.

Portanto, um líder proativo visita sua estratégia regularmente e observa cada funcionário e suas entregas. Desse modo, consegue avaliar individualmente e no tempo certo quem está merecendo uma promoção e quem ainda precisa de mais tempo para amadurecer no cargo ou preparar-se para o próximo nível.

Quando um profissional perde, depois de algum tempo, paulatina ou abruptamente, a motivação, começa a cometer erros tolos, ou mesmo a procrastinar seu trabalho. É o momento de o gerente avaliar sua responsabilidade nessa situação: pode ser que o líder perdeu o momento da promoção e acabou abalando o profissional.

Nem tudo está perdido, mas é preferível não deixar isso acontecer. Afinal, tão ruim quanto ter um mau profissional dentro da empresa, é ter fomentado, inadvertidamente, a transformação de um bom profissional em um medíocre.

Não deixe isso acontecer com seus colaboradores. Valorize-os!

Vamos em frente!

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching.

FONTE:

Os sinais de que o funcionário merece há tempos uma promoção

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1º CoachINg PAPO

O 1º CoachINg PAPO foi um sucesso!

Comandado por Aderbal Roque Junior e Daniel De Almeida Freire o nosso primeiro papo do ano foi muito proveitoso.

O Conferencista Comportamental Paulo Roberto de Lima fez uma palestra sobre o Desenvolvimento Humano e Profissional.

O momento networking foi usado para que os que estiveram lá fizessem contato sobre o que fazem.

Sorteio de CDs e prêmios durante o evento.

O Anderson Dantas foi o ganhador da sessão de Coaching com o Aderbal Roque Junior – Executive Coach / Aderbal Roque Junior – com a foto mais curtida no Checkin no local do evento.

Agradecemos a todos e nos veremos no próximo.

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